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Cimenteiras podem ser punidas por combinar preços

Sexta-feira 12 de Fevereiro de 2016.

A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a condenação, com aplicação de multa, das empresas Holcim, Votorantim e Cimento Tupi em processo que investiga a prática de recusa combinada de vendas de determinados tipos de cimento no mercado paulista.

O processo será encaminhado ao tribunal do órgão, a quem cabe tomar a decisão final sobre o caso. Segundo a Superintendência, as condutas adotadas pela Holcim, Votorantim e Cimento Tupi configuram infração à ordem econômica por limitar, falsear ou prejudicar a livre concorrência e a livre iniciativa, dominar mercado relevante de bens ou serviços e criar dificuldades à constituição, funcionamento ou desenvolvimento de concorrentes ou de fornecedores.

O órgão ainda opinou pelo arquivamento do processo administrativo em relação às empresas Cibrasa, Cimentos Liz, Cimpor, Ciplan, Itabira, Ibacip, Itaguassu, Itambé, Itapessoca, Itapetinga, Itapicuru, Itapissuma, Itautinga, Intercement e Lafarge "por entender que não há nos autos provas de participação nas condutas investigadas".

Imóveis

A GP Investments informou nesta quinta-feira (11) que o Cade aprovou, sem restrições, a potencial aquisição do controle da BR Properties por meio de oferta pública voluntária por parte da GP Real Properties e da Tamweelview European Holdings (TEH).

A GP Real Properties é detida pelo GP Real Properties II B, fundo gerido pela GP Investments com objetivo exclusivo de deter fatia na BR Properties. A TEH e sua subsidiária THB são sociedades controladas pela Abu Dhabi Investment Authority. As empresas negociam contrato que prevê que a THB se comprometerá a realizar investimento no fundo.

Na semana passada, a BR Properties informou que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) atendeu a pedido da subsidiária da GP Investments prorrogando para 28 de março o prazo para que a GP publique edital de oferta pública de ações (OPA) para adquirir o controle da companhia ou faça anúncio ao mercado de que não pretende realizar a oferta em seis meses.

A CVM já havia dado prazo de 60 dias, a partir de 11 de dezembro, para que a GP publicasse uma decisão. A autarquia atendeu a novo pedido da GP de uma prorrogação por mais 45 dias do prazo, de acordo com comunicado divulgado pela BR Properties na sexta-feira (5). /Agências

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Fonte: Diário Comércio Indústria & Serviços

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