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Telefônica e trabalhadores examinarão acordo, diz TST

Segunda-feira 01 de Fevereiro de 2016.

São Paulo - A Telefônica Brasil e a Federação Interestadual dos Trabalhadores e Pesquisadores em Serviços de Telecomunicações (Fitratelp) devem examinar até quinta-feira uma proposta de acordo sobre o dissídio coletivo da categoria

A proposta de acordo coletivo de trabalho para o período de setembro de 2015 a agosto de 2016 foi apresentada em audiência de conciliação conduzida pelo vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra Martins Filho.

No dissídio, ajuizado pela Fitratelp, os trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 9,88%, correspondente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no período entre as datas-base, e tratamento igualitário na concessão de benefícios para os profissionais da Telefônica e da GVT, adquirida pelo grupo em 2015. A categoria também contesta a mudança do plano de saúde sem a anuência das entidades sindicais, apesar de essa condição estar prevista em norma coletiva.

A Telefônica alega que tem dificuldade de repor a inflação devido ao acréscimo de 50% no número de empregados após a compra da GVT. Com relação à assistência de saúde, segundo nota divulgada pelo TST, a companhia afirma que a alteração teve o objetivo de proporcionar o acesso a diversos tipos de planos, por meio de um programa de flexibilização que permite a redução de um benefício em troca do aumento de outro.

Diante do impasse, Ives Gandra Filho propôs a criação de comissões, em cada estado e no Distrito Federal, compostas por três representantes da empresa e três pessoas indicadas pelo sindicato local, para discutirem as mudanças no plano de saúde.

A proposta do ministro inclui reajuste linear dos salários em 7%, retroativo à data-base da categoria (1º/9/2015), e aumento de, no mínimo, 9,88% sobre os benefícios previstos no acordo coletivo anterior. "O grupo econômico atualiza os benefícios de quem trabalhava na GVT para equipará-los aos empregados da Telefônica, mas estes trabalhadores não podem ter suas vantagens congeladas", esclareceu ele. "Portanto, a empresa deve contemplá-los primeiro com os reajustes para depois promover a equiparação", disse.

O ministro concedeu prazo de uma semana para análise da proposta em todo o Brasil, com o objetivo de encerrar o processo judicial por meio da assinatura do acordo.

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Fonte: Diário Comércio Indústria & Serviços

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